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A nossa poesia

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Re: A nossa poesia

Mensagem por Dana_bebek em Qua 11 Maio 2011, 3:56 am

Sei que estives-te aqui.
Ainda sinto o teu cheiro embrulhado no cobertor, e ainda sinto a rástia de vida com que me tocas-te o corpo e beijas-te a alma;
Sei que nunca foste meu, e eu nunca imaginei ser tua, mas sinto que sabes o quanto eu gostava de ter gostado de ti, assim, desse jeito, com que tu olhavas nos meus olhos e dizias que sentias e que gostavas de mim;
Sei que a alma alcança mais que o olhar, e por isso, todos os dias espero sentir-te novamente na brusquidão da noite ou até na luz de cada amanhecer, com o mesmo carinho e ternura como da quase última vez em que quase fui tua e tu quase poderias ser meu.
Ai........
Acho que são saudades tuas..........................
Te leve o beijo meu, a alma, que a tua alma levou embora.........



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Re: A nossa poesia

Mensagem por komodore em Qua 11 Maio 2011, 1:17 pm

Não vejo a hora de te ter à minha frente, abraçar-te como nunca e mimar as tuas palavras com elogios caros. Há uma inquietude em meu coração que não sei explicar, que corrói o espírito e me deixa fraco, que faz com que este anseio se torne num fardo.

Não vejo a hora de te ter em mim. Oh espíritos da noite, fazei os dias passar..
Passem e repassem, dias e noites a fio, até ao encontro em que me vou deliciar com teu olhar..

São saudades de nunca te ter conhecido, de não te ver a lacrimejar de emoções soltas.

Mas como posso eu ansiar quem nunca conheci? E enquanto escrevo estas palavras, um corropio de suspiros envadem a minha solidão.

A minha resposta foi o meu silêncio..

komodore
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Re: A nossa poesia

Mensagem por Dana_bebek em Qua 11 Maio 2011, 3:13 pm

komodore escreveu:Não vejo a hora de te ter à minha frente, abraçar-te como nunca e mimar as tuas palavras com elogios caros. Há uma inquietude em meu coração que não sei explicar, que corrói o espírito e me deixa fraco, que faz com que este anseio se torne num fardo.

Não vejo a hora de te ter em mim. Oh espíritos da noite, fazei os dias passar..
Passem e repassem, dias e noites a fio, até ao encontro em que me vou deliciar com teu olhar..

São saudades de nunca te ter conhecido, de não te ver a lacrimejar de emoções soltas.

Mas como posso eu ansiar quem nunca conheci? E enquanto escrevo estas palavras, um corropio de suspiros envadem a minha solidão.

A minha resposta foi o meu silêncio..



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Re: A nossa poesia

Mensagem por komodore em Qua 11 Maio 2011, 4:46 pm

Dana_bebek escreveu:
komodore escreveu:Não vejo a hora de te ter à minha frente, abraçar-te como nunca e mimar as tuas palavras com elogios caros. Há uma inquietude em meu coração que não sei explicar, que corrói o espírito e me deixa fraco, que faz com que este anseio se torne num fardo.

Não vejo a hora de te ter em mim. Oh espíritos da noite, fazei os dias passar..
Passem e repassem, dias e noites a fio, até ao encontro em que me vou deliciar com teu olhar..

São saudades de nunca te ter conhecido, de não te ver a lacrimejar de emoções soltas.

Mas como posso eu ansiar quem nunca conheci? E enquanto escrevo estas palavras, um corropio de suspiros envadem a minha solidão.

A minha resposta foi o meu silêncio..



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Re: A nossa poesia

Mensagem por Dana_bebek em Ter 17 Maio 2011, 2:00 am

Primeiro era uma palavra, um nome ou um rosto....

Depois, começou por serem várias as palavras, as lembranças, o não saber o que ia fazer....

Mais tarde veio a desconfiança, a insegurança e o medo.

Passou-se o tempo, os meses, e o tudo na mesma, quando não estava ainda pior, e o medo ainda lá estava.

Só ao fim de muito tempo, somos capazes de partilhar as suspeitas, e aceitar ir em frente e tentar perceber o que realmente se passa....

E só depois daquele momento em que os ouvidos recusam ouvir as vozes que teimam em dizer que algo não está bem, mas que talvez ainda se possa tudo resolver... só depois....

Só depois, só muito tempo depois, só depois de muitas opiniões, muitos bichos papões, depois de ver e rever aquela mancha escura do outro lado do acrílico meio negro, meio manchado, tal como nós nos sentimos, vem a certeza.... a certeza de que:

- O bicho papão, afinal pode mesmo viver... dentro da nossa cabeça!.....

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Re: A nossa poesia

Mensagem por Dana_bebek em Ter 17 Maio 2011, 2:15 am

Não te sei dizer Adeus....

Sei que não gostas de despedidas... por isso mesmo, então, não te direi Adeus!
Quero que imagines que apenas vou para longe sem a certeza se voltarei de novo...
Não esperes cartas minhas, pois cartas, meu amor, só trazem mais saudade ainda, e a certeza que a distâcia é grande e que não voltarei para junto de ti.
Para que não me esqueças deixo-te as minhas lembranças, as poucas que ainda me restam, e as que pude de alguma forma continuar a aguardar comigo.
Deixo-te um beijo, pequeno, suave, daqueles que dizem "volto já" e abraço-te gentilmente enquanto ainda posso, preparando-me para o próximo passo:


- Amor, vou sair para comprar cigarros... volto já......

E tu sabes o que isso significa.... porque eu não te sei dizer Adeus....

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Re: A nossa poesia

Mensagem por komodore em Ter 17 Maio 2011, 6:54 pm

Nunca, não e jamais!
Foram essas as palavras que ainda ecoam na minha mente,
Mente descrente de quem não mente à descarada,
De ter um dia uma minha amada...

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Re: A nossa poesia

Mensagem por Dana_bebek em Sab 21 Maio 2011, 3:21 am

Um dia, vou te contar... 21-05-2011



" Gosto tanto de ti! "
E eu fiquei ali, assim, sem saber bem o que fazer ou dizer, enquanto aquele metro e meio de pessoa me apertava nos seus pequenos braços, apenas meia hora depois do nosso reencontro, desde o seu quase primeiro dia, em que ela apenas tinha tamanho suficiente para caber nos meus braços abraçados, e em que me fazia admira-la.
E ali estavas tu, quase 11 anos depois, mais de 60 cm desde aquele último dia, e no entanto olhavas-me com os mesmos olhos de menina feliz que admira o mundo novo em seu redor!

E tudo o que eu precisei para ter um dia feliz, foi ouvir aquelas tuas palavras, que não foram pedidas, e nem eram esperadas, mas que me fizeram gostar ainda mais de ti!

Minha pequena, um dia tomarte-ei para junto de mim, e prometo ser para ti, tudo quanto imaginas-te que eu seria: amiga, família, quase uma outra mãe....pois tu foste e tornaste-te, na minha menina , a imagem semelhante de mim, o reflexo que eu procurava em outro alguém, e com tão pouco fizeste-me tão feliz.
Prometo, um dia, irei te contar tudo aquilo que me querias perguntar, e dizer-te-ei, tudo aquilo que nunca ninguém me soube dizer e que eu tão incessantemente queria ouvir.
A distância e o tempo desta vida miseravel que nos ocupa o corpo e invade a alma, não será entre nós, aquilo que foi entre outros e eu, e um dia resgatar-te-ei desse teu mundo, e ler-te-ei esta carta que fiz ao pensar em ti.


Adoro-te!! E gosto tanto de ti minha pequenina T.

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Re: A nossa poesia

Mensagem por komodore em Sab 21 Maio 2011, 9:08 pm

Falar sem saber,
Nem sentir o desdém,
É amar como amo,
Todos e todas também.

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Re: A nossa poesia

Mensagem por komodore em Ter 24 Maio 2011, 10:22 am

Tudo começou com uma mera palavra.

E assim, pereceu o nosso amor.

Quantos de nós, quando jovens, não sentem aquele amor fantástico, que não consome energias mas sim calorias, que corre nas nossas veias tal qual droga que nos vicia.. aquele amor nefasto que nos faz ficar cegos, arrebatador e contundente, um primeiro amor como nenhum outro, que nos delira ao ouvir seu nome?

Um amor calmo, e ao mesmo tempo, fugaz e de uma só investida..

Mas, tal com apareçe, essa paixão arrebatadora tende a desvanecer, perante o olhar de solidão de um rapaz, de uma rapariga, de um poeta...

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Re: A nossa poesia

Mensagem por Dana_bebek em Ter 24 Maio 2011, 2:21 pm

komodore escreveu:Tudo começou com uma mera palavra.

E assim, pereceu o nosso amor.

Quantos de nós, quando jovens, não sentem aquele amor fantástico, que não consome energias mas sim calorias, que corre nas nossas veias tal qual droga que nos vicia.. aquele amor nefasto que nos faz ficar cegos, arrebatador e contundente, um primeiro amor como nenhum outro, que nos delira ao ouvir seu nome?

Um amor calmo, e ao mesmo tempo, fugaz e de uma só investida..

Mas, tal com apareçe, essa paixão arrebatadora tende a desvanecer, perante o olhar de solidão de um rapaz, de uma rapariga, de um poeta...

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Re: A nossa poesia

Mensagem por komodore em Ter 24 Maio 2011, 3:32 pm

Ainda me lembro da última vez que me senti sereno..

Era noite e estava um calor agradável na rua. Estava deitado sobre um patamar com barras em ferro, acompanhado do meu amor na altura. Ouvíamos ambos a nossa música rebeldia para a altura, e sabíamos que nada nos podia afastar. Como éramos jovens, sem respondabilidades..

Passa um carro, se seguida dois, um autocarro, e só ouço as palavras sabes que te amo?
Naquele momento quis congelar o dia e a noite, e permanecer nos seus braços eternamente...


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Re: A nossa poesia

Mensagem por qiu em Ter 24 Maio 2011, 3:36 pm

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Re: A nossa poesia

Mensagem por Dana_bebek em Ter 24 Maio 2011, 3:40 pm

komodore escreveu:Ainda me lembro da última vez que me senti sereno..

Era noite e estava um calor agradável na rua. Estava deitado sobre um patamar com barras em ferro, acompanhado do meu amor na altura. Ouvíamos ambos a nossa música rebeldia para a altura, e sabíamos que nada nos podia afastar. Como éramos jovens, sem respondabilidades..

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Re: A nossa poesia

Mensagem por isa520 em Ter 24 Maio 2011, 4:11 pm

komodore escreveu:Ainda me lembro da última vez que me senti sereno..

Era noite e estava um calor agradável na rua. Estava deitado sobre um patamar com barras em ferro, acompanhado do meu amor na altura. Ouvíamos ambos a nossa música rebeldia para a altura, e sabíamos que nada nos podia afastar. Como éramos jovens, sem respondabilidades..

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Re: A nossa poesia

Mensagem por qiu em Ter 24 Maio 2011, 4:23 pm

isa520 escreveu:
komodore escreveu:Ainda me lembro da última vez que me senti sereno..

Era noite e estava um calor agradável na rua. Estava deitado sobre um patamar com barras em ferro, acompanhado do meu amor na altura. Ouvíamos ambos a nossa música rebeldia para a altura, e sabíamos que nada nos podia afastar. Como éramos jovens, sem respondabilidades..

Passa um carro, se seguida dois, um autocarro, e só ouço as palavras sabes que te amo?
Naquele momento quis congelar o dia e a noite, e permanecer nos seus braços eternamente...


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Re: A nossa poesia

Mensagem por Dana_bebek em Dom 29 Maio 2011, 8:45 pm

Desci as escadas agrumes e caminhei o mais que pude, mas em certo momento tive que parar, não me sentia mais capaz, dei por mim estática, envolta em pensamentos abruptos de desilusão e incerteza e senti-me incapaz de ter força para mudar fosse o que fosse...
Despi o pouco que ainda restava de mim, e mergulhei nas águas negras que escondem os escalabros deste mundo, e deixei-me ir nas profundezas que me engoliam e resgatavam o pouco do ar que ainda me restava.

Tudo era negro....
Tudo era frio....
Tudo finamente desaparecia....

Tudo era somente por um pouco mais, até á última gota de ar latejante na minha garganta.
E quando eu esperava por fim encontrar a luz ao fundo do tal túnel que nos falam, a luz que me guiava puxou-me para longe de toda a negridão que me rodeava e lentamente sufocada, e naquele instante, eu respirei novamente e aceitei voltar ao caminho acidentado que era a minha vida, e aqui estou eu, prontamente a tentar encontrar uma nova réstia de esperança.

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Re: A nossa poesia

Mensagem por qiu em Dom 29 Maio 2011, 10:44 pm

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Re: A nossa poesia

Mensagem por komodore em Dom 29 Maio 2011, 11:14 pm

Dana_bebek escreveu:Desci as escadas agrumes e caminhei o mais que pude, mas em certo momento tive que parar, não me sentia mais capaz, dei por mim estática, envolta em pensamentos abruptos de desilusão e incerteza e senti-me incapaz de ter força para mudar fosse o que fosse...
Despi o pouco que ainda restava de mim, e mergulhei nas águas negras que escondem os escalabros deste mundo, e deixei-me ir nas profundezas que me engoliam e resgatavam o pouco do ar que ainda me restava.

Tudo era negro....
Tudo era frio....
Tudo finamente desaparecia....

Tudo era somente por um pouco mais, até á última gota de ar latejante na minha garganta.
E quando eu esperava por fim encontrar a luz ao fundo do tal túnel que nos falam, a luz que me guiava puxou-me para longe de toda a negridão que me rodeava e lentamente sufocada, e naquele instante, eu respirei novamente e aceitei voltar ao caminho acidentado que era a minha vida, e aqui estou eu, prontamente a tentar encontrar uma nova réstia de esperança.

Tudo finda, tudo permanece igual..

No alto da sua masmorra, Mormoth aguardava a escuridão, essa negridão latejante e efémera, como quem aguarda um filho por nascer. Porém, Mormoth não contava com a angústia, com a tamanha solidão que o rio lhe transbordava na alma escura do ser ser, nem luz alguma socorria o seu sorriso..

Essa nova réstia de esperança que Agramoth encontra, ou espera encontrar, nutre-se no coração de um mero humano, tal qual Agramoth é filho de Mormoth, também esse humano tende a desilusões como qualquer um.

A fúria, a raiva divinal e obscura, participa em reuniões de chás e intrigas. Intrigas essas que tanto nos podem colocar um sorriso na boca, como um esgar de raiva no olhar.

E assim Missy foi advertida pelo filho de um Deus menor.. e assim foi socorrida, através de um olhar de esperança de Mormoth.


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Re: A nossa poesia

Mensagem por Dana_bebek em Dom 29 Maio 2011, 11:55 pm

komodore escreveu:
Dana_bebek escreveu:Desci as escadas agrumes e caminhei o mais que pude, mas em certo momento tive que parar, não me sentia mais capaz, dei por mim estática, envolta em pensamentos abruptos de desilusão e incerteza e senti-me incapaz de ter força para mudar fosse o que fosse...
Despi o pouco que ainda restava de mim, e mergulhei nas águas negras que escondem os escalabros deste mundo, e deixei-me ir nas profundezas que me engoliam e resgatavam o pouco do ar que ainda me restava.

Tudo era negro....
Tudo era frio....
Tudo finamente desaparecia....

Tudo era somente por um pouco mais, até á última gota de ar latejante na minha garganta.
E quando eu esperava por fim encontrar a luz ao fundo do tal túnel que nos falam, a luz que me guiava puxou-me para longe de toda a negridão que me rodeava e lentamente sufocada, e naquele instante, eu respirei novamente e aceitei voltar ao caminho acidentado que era a minha vida, e aqui estou eu, prontamente a tentar encontrar uma nova réstia de esperança.

Tudo finda, tudo permanece igual..

No alto da sua masmorra, Mormoth aguardava a escuridão, essa negridão latejante e efémera, como quem aguarda um filho por nascer. Porém, Mormoth não contava com a angústia, com a tamanha solidão que o rio lhe transbordava na alma escura do ser ser, nem luz alguma socorria o seu sorriso..

Essa nova réstia de esperança que Agramoth encontra, ou espera encontrar, nutre-se no coração de um mero humano, tal qual Agramoth é filho de Mormoth, também esse humano tende a desilusões como qualquer um.

A fúria, a raiva divinal e obscura, participa em reuniões de chás e intrigas. Intrigas essas que tanto nos podem colocar um sorriso na boca, como um esgar de raiva no olhar.

E assim Missy foi advertida pelo filho de um Deus menor.. e assim foi socorrida, através de um olhar de esperança de Mormoth.



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Re: A nossa poesia

Mensagem por komodore em Dom 29 Maio 2011, 11:56 pm

Dana_bebek escreveu:
komodore escreveu:
Dana_bebek escreveu:Desci as escadas agrumes e caminhei o mais que pude, mas em certo momento tive que parar, não me sentia mais capaz, dei por mim estática, envolta em pensamentos abruptos de desilusão e incerteza e senti-me incapaz de ter força para mudar fosse o que fosse...
Despi o pouco que ainda restava de mim, e mergulhei nas águas negras que escondem os escalabros deste mundo, e deixei-me ir nas profundezas que me engoliam e resgatavam o pouco do ar que ainda me restava.

Tudo era negro....
Tudo era frio....
Tudo finamente desaparecia....

Tudo era somente por um pouco mais, até á última gota de ar latejante na minha garganta.
E quando eu esperava por fim encontrar a luz ao fundo do tal túnel que nos falam, a luz que me guiava puxou-me para longe de toda a negridão que me rodeava e lentamente sufocada, e naquele instante, eu respirei novamente e aceitei voltar ao caminho acidentado que era a minha vida, e aqui estou eu, prontamente a tentar encontrar uma nova réstia de esperança.

Tudo finda, tudo permanece igual..

No alto da sua masmorra, Mormoth aguardava a escuridão, essa negridão latejante e efémera, como quem aguarda um filho por nascer. Porém, Mormoth não contava com a angústia, com a tamanha solidão que o rio lhe transbordava na alma escura do ser ser, nem luz alguma socorria o seu sorriso..

Essa nova réstia de esperança que Agramoth encontra, ou espera encontrar, nutre-se no coração de um mero humano, tal qual Agramoth é filho de Mormoth, também esse humano tende a desilusões como qualquer um.

A fúria, a raiva divinal e obscura, participa em reuniões de chás e intrigas. Intrigas essas que tanto nos podem colocar um sorriso na boca, como um esgar de raiva no olhar.

E assim Missy foi advertida pelo filho de um Deus menor.. e assim foi socorrida, através de um olhar de esperança de Mormoth.



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"Num momento de terno carinho, ele estendeu a mão, segurou a mão dela, e chorou de alegria.."

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Re: A nossa poesia

Mensagem por Dana_bebek em Seg 30 Maio 2011, 12:45 am

komodore escreveu:
Dana_bebek escreveu:
komodore escreveu:
Dana_bebek escreveu:Desci as escadas agrumes e caminhei o mais que pude, mas em certo momento tive que parar, não me sentia mais capaz, dei por mim estática, envolta em pensamentos abruptos de desilusão e incerteza e senti-me incapaz de ter força para mudar fosse o que fosse...
Despi o pouco que ainda restava de mim, e mergulhei nas águas negras que escondem os escalabros deste mundo, e deixei-me ir nas profundezas que me engoliam e resgatavam o pouco do ar que ainda me restava.

Tudo era negro....
Tudo era frio....
Tudo finamente desaparecia....

Tudo era somente por um pouco mais, até á última gota de ar latejante na minha garganta.
E quando eu esperava por fim encontrar a luz ao fundo do tal túnel que nos falam, a luz que me guiava puxou-me para longe de toda a negridão que me rodeava e lentamente sufocada, e naquele instante, eu respirei novamente e aceitei voltar ao caminho acidentado que era a minha vida, e aqui estou eu, prontamente a tentar encontrar uma nova réstia de esperança.

Tudo finda, tudo permanece igual..

No alto da sua masmorra, Mormoth aguardava a escuridão, essa negridão latejante e efémera, como quem aguarda um filho por nascer. Porém, Mormoth não contava com a angústia, com a tamanha solidão que o rio lhe transbordava na alma escura do ser ser, nem luz alguma socorria o seu sorriso..

Essa nova réstia de esperança que Agramoth encontra, ou espera encontrar, nutre-se no coração de um mero humano, tal qual Agramoth é filho de Mormoth, também esse humano tende a desilusões como qualquer um.

A fúria, a raiva divinal e obscura, participa em reuniões de chás e intrigas. Intrigas essas que tanto nos podem colocar um sorriso na boca, como um esgar de raiva no olhar.

E assim Missy foi advertida pelo filho de um Deus menor.. e assim foi socorrida, através de um olhar de esperança de Mormoth.



:love2:

:love2:

"Num momento de terno carinho, ele estendeu a mão, segurou a mão dela, e chorou de alegria.."

"she puts a grip on his hand as the rain puts a tear in his eye,
She says...Don't let go..."

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Re: A nossa poesia

Mensagem por komodore em Seg 30 Maio 2011, 12:50 am

Dana_bebek escreveu:
komodore escreveu:
Dana_bebek escreveu:
komodore escreveu:
Dana_bebek escreveu:Desci as escadas agrumes e caminhei o mais que pude, mas em certo momento tive que parar, não me sentia mais capaz, dei por mim estática, envolta em pensamentos abruptos de desilusão e incerteza e senti-me incapaz de ter força para mudar fosse o que fosse...
Despi o pouco que ainda restava de mim, e mergulhei nas águas negras que escondem os escalabros deste mundo, e deixei-me ir nas profundezas que me engoliam e resgatavam o pouco do ar que ainda me restava.

Tudo era negro....
Tudo era frio....
Tudo finamente desaparecia....

Tudo era somente por um pouco mais, até á última gota de ar latejante na minha garganta.
E quando eu esperava por fim encontrar a luz ao fundo do tal túnel que nos falam, a luz que me guiava puxou-me para longe de toda a negridão que me rodeava e lentamente sufocada, e naquele instante, eu respirei novamente e aceitei voltar ao caminho acidentado que era a minha vida, e aqui estou eu, prontamente a tentar encontrar uma nova réstia de esperança.

Tudo finda, tudo permanece igual..

No alto da sua masmorra, Mormoth aguardava a escuridão, essa negridão latejante e efémera, como quem aguarda um filho por nascer. Porém, Mormoth não contava com a angústia, com a tamanha solidão que o rio lhe transbordava na alma escura do ser ser, nem luz alguma socorria o seu sorriso..

Essa nova réstia de esperança que Agramoth encontra, ou espera encontrar, nutre-se no coração de um mero humano, tal qual Agramoth é filho de Mormoth, também esse humano tende a desilusões como qualquer um.

A fúria, a raiva divinal e obscura, participa em reuniões de chás e intrigas. Intrigas essas que tanto nos podem colocar um sorriso na boca, como um esgar de raiva no olhar.

E assim Missy foi advertida pelo filho de um Deus menor.. e assim foi socorrida, através de um olhar de esperança de Mormoth.



:love2:

:love2:

"Num momento de terno carinho, ele estendeu a mão, segurou a mão dela, e chorou de alegria.."

"she puts a grip on his hand as the rain puts a tear in his eye,
She says...Don't let go..."

Aprendi com os meus erros, erros do meu passado que me perseguem noite e dia, que após um dia de trabalho, o mais terno dos carinhos se transforma no meu terno dos mimos.

As she stud there, crying me a tear of joy, a smile, a tender smile, fullfill her heart, and my love is nothing but..

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Re: A nossa poesia

Mensagem por Dana_bebek em Ter 31 Maio 2011, 8:21 pm

Yeah, you know... i've been missing you for too long.....


E poderia deixar-te esta carta em branco somente e únicamente cerrada com tal comum e vulgar palavra, essa tal de Saudade, sem nada mais a dizer-te pois tu sabes o quão vasto pode ser o diálogo entre o meu olhar e a tua alma, e ambos sabemos que não é o nosso tempo ou destino.

Mas existe aquela tal connection, que não temos como explicar, mas que faz queimar o peito, e Dawn, como se vê no nosso olhar!

E eu revejo, os momentos, os silencios que poderiam ser constrangedores e que nunca o foram, pois todos eles foram sempre ocupados pelos gestos, as trocas de olhares que tinham tanto para dizer e que gritavam no silencio do nosso tempo juntos, o quanto queriamos que o tempo fosse outro, e tudo fosse diferente, e testamos os nossos limites e quase forçamos barreias, pois sentimos que havia algo mais, algo que não se explica, a quimica, a vontade, o desejo, tudo quanto somente o coração, essa persona não grata, o saberia explicar!

E despimo-nos de preconceitos, e assumimos o quanto era real, o sentimento mutuo, a atracção quase que fatal, mas soubemos seguir em frente.

Hoje, ainda sou capaz de sentir o friozinho na barriga ao pensar em ti, e sentir as pernas bambas quando sei que estaremos no mesmo espaço, no mesmo tempo, inda que não o nosso, inda que não desta vez.

E como te disse naquela nossa última noite juntos: não hoje, mas numa outra próxima vida, quem sabe o destino ainda nos junta, num mesmo caminho onde somente nós os dois caminhemos, e seja o nosso tempo de tornar real todos os desejos..." all the love " as you said before.... e não mais precisemos de nos envergonhar pelas trocas de olhares e a vontade de beijar, e aí tudo parecerá correcto, e inevitável.


Que ela te guarde no olhar, com a mesma ternura que eu te guardo no coração... todos os dias, e sempre.... um destes dias, vemo-nos por aí.....

luv xxx

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Re: A nossa poesia

Mensagem por komodore em Qui 02 Jun 2011, 1:57 am

Dana_bebek escreveu:Yeah, you know... i've been missing you for too long.....


E poderia deixar-te esta carta em branco somente e únicamente cerrada com tal comum e vulgar palavra, essa tal de Saudade, sem nada mais a dizer-te pois tu sabes o quão vasto pode ser o diálogo entre o meu olhar e a tua alma, e ambos sabemos que não é o nosso tempo ou destino.

Mas existe aquela tal connection, que não temos como explicar, mas que faz queimar o peito, e Dawn, como se vê no nosso olhar!

E eu revejo, os momentos, os silencios que poderiam ser constrangedores e que nunca o foram, pois todos eles foram sempre ocupados pelos gestos, as trocas de olhares que tinham tanto para dizer e que gritavam no silencio do nosso tempo juntos, o quanto queriamos que o tempo fosse outro, e tudo fosse diferente, e testamos os nossos limites e quase forçamos barreias, pois sentimos que havia algo mais, algo que não se explica, a quimica, a vontade, o desejo, tudo quanto somente o coração, essa persona não grata, o saberia explicar!

E despimo-nos de preconceitos, e assumimos o quanto era real, o sentimento mutuo, a atracção quase que fatal, mas soubemos seguir em frente.

Hoje, ainda sou capaz de sentir o friozinho na barriga ao pensar em ti, e sentir as pernas bambas quando sei que estaremos no mesmo espaço, no mesmo tempo, inda que não o nosso, inda que não desta vez.

E como te disse naquela nossa última noite juntos: não hoje, mas numa outra próxima vida, quem sabe o destino ainda nos junta, num mesmo caminho onde somente nós os dois caminhemos, e seja o nosso tempo de tornar real todos os desejos..." all the love " as you said before.... e não mais precisemos de nos envergonhar pelas trocas de olhares e a vontade de beijar, e aí tudo parecerá correcto, e inevitável.


Que ela te guarde no olhar, com a mesma ternura que eu te guardo no coração... todos os dias, e sempre.... um destes dias, vemo-nos por aí.....

luv xxx


Naquela manhã de brisa solarenga, retorno ao teu olhar com ímpeto de amor louco, e assim, começo a escrever mais um episódio que se irá passar comigo..

Percorri a pé milhas e milhas para o teu encontro, na esperança viva de estares à espera de mim. Avisei-te da minha partida, and since i've met you, não pessoalmente mas literaturamente possível, é uma dor no peito que não se afoga à menor razão.

Ainda me lembro dos meus 18 anos, meus tempos inocentes, desconhecendo o amor carnal e acreditando que o amor é para a vida. Lembro-ma da rapariga que me roubou o coração na altura, e me roubou a preciosidade que estava destinada àquela mulher certa. Era a única coisa que tinha certeza que só a tinham quando eu quisesse. Mas recordo-me do momento. Meses antes de enveredar por uma carreira de armas e eu não passava de um mocinho inocente e sem complexos.

Hoje mantenho o sem complexos, a parte do inocente, bem.. tem dias.

Lembro-me do que chorei quando perdi um familiar meu a nada me dizia mas por ele tudo sentia. De um toque de piano afagado enquanto servia ao balcão.

Recordações, essa saudade, miss somthing or someone..

E como tal, não te esqueço, seja por saudade, ou por saber que serias a pessoa certa da minha preciosidade..

Apenas te posso relatar um pensamento vão de oferendas vãs:

Um amor não se perde nem se conquista, um amor, simplesmente, nasce.

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