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releituras 1001

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Re: releituras 1001

Mensagem por Dana_bebek em Seg 04 Fev 2013, 4:24 am

"Ela gosta tanto dessas palavras começadas por in – invisível, inviolável, incompreensível -, que querem dizer o contrário do que deveriam. Porque ela própria é inteira o oposto do que deveria ser..." C. F. A.

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Re: releituras 1001

Mensagem por Dana_bebek em Seg 04 Fev 2013, 4:58 am

" (...) E a dor feito buraco de traça disfarçado sob castiçais. Tornou a aproximar o fone do ouvido, com carinho e cuidado.
- O que é que houve? Você não está bem?
- Estou - disse devagar. Impossível dizer “tenho medo” ou alguma coisa dessas - pessoal, assustadora. Levou a mão livre ao coração. Suspirou, entre duas batidas. - Não houve nada. Estou bem.
(...) "

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Re: releituras 1001

Mensagem por Dana_bebek em Seg 04 Fev 2013, 5:01 am

“São aqueles que vêm do nada
e partem para lugar nenhum.
Alguém que aparece de repente,
que ninguém sabe de onde veio nem para onde vai.
A man out of nowhere.”

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Re: releituras 1001

Mensagem por Dana_bebek em Seg 04 Fev 2013, 5:04 am

"
(...)
Eu estava de costas contra a porta quando olhei pela janela aberta do outro lado do quarto. Então pensei que bastaria uma corrida rápida da porta até a janela, depois um impulso mínimo para jogar meu corpo por ela e plac! ó, pronto, acabou: moro no décimo andara. Não foi a primeira vez que isso me passou pela cabeça. O que me segurou desta vez, como me segurava em todas as outras, foi pensar naquele monte de latas de lixo lá no térreo. Meu pequeno corpo, cheio de pêlos e músculos duros, cairia exatamente sobre elas. Imaginei uns restos de macarrão enrolados nos anéis do meu cabelo crespo, uma garrafa vazia de pinga vagabunda no meio das minhas pernas, um modess usado na ponta do meu nariz. E continuei parado. Tenho horror à idéia de ficar sujo, mesmo depois de morto.

3
Só que desta vez, Dudu, por mais nojeiras que imaginasse sobre meu corpo caído lá embaixo, não sei por que, a vontade de saltar continua. Mas eu resisto. Não que alguém fosse sentir muita falta minha ou se achar, sei lá, sacaneado com a minha morte. Nem Teresângela, aquela p***** que veio me ****************** umas quatro ou cinco vezes, acho que te contei, nem Marilene, mulher do Indio, aí do Passo (um beijo nela), que gostava de mim, faz tanto tempo, nem os donos do Bar, o gordinho que sorri e às vezes abana de longe, ou o de bigode e chapeuzinho preto redondo de Carlitos. Nem você, que nunca me escreveu. Ninguém, Dudu. Eu comecei a enumerai nos dedos quem poderia sentir a minha falta: sobraram dedos. Todos estes que estou olhando agora.
(...)"

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Re: releituras 1001

Mensagem por Dana_bebek em Seg 04 Fev 2013, 12:00 pm

"Tudo isso me perturbava porque eu pensara até então que, de certa forma, toda minha evolução conduzira lentamente a uma espécie de não-precisar-de-ninguém. Até então aceitara todas as ausências e dizia muitas vezes para os outros que me sentia um pouco como um álbum de retratos. Carregava centenas de fotografias amarelecidas em páginas que folheava detidamente durante a insônia e dentro dos ônibus olhando pelas janelas e nos elevadores de edifícios altos e em todos os lugares onde de repente ficava sozinho comigo mesmo. Virava as páginas lentamente, há muito tempo antes, e não me surpreendia nem me atemorizava pensar que muito tempo depois estaria da mesma forma de mãos dadas com um outro eu amortecido — da mesma forma — revendo antigas fotografias. Mas o que me doía, agora, era um passado próximo."

[O Ovo Apunhalado]

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Re: releituras 1001

Mensagem por Dana_bebek em Ter 12 Fev 2013, 3:09 am

"Os seus beijos ansiosos pareciam tender mais longe que a carne, trespassa-lo, querer sorver-lhe a vontade e a alma: - e toda a noite, entre esses brocados radiantes, com os cabelos soltos, divina na sua nudez, ela lhe apareceu realmente como a Deusa que ele sempre imaginara, que o arrebatava enfim, apertado ao seu seio imortal, e com ele pairava numa celebração de amor, muito alto, sobre nuvens de ouro..."

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Re: releituras 1001

Mensagem por komodore em Qui 14 Fev 2013, 9:16 am

"Como penso em ti... todos os dias recordo a tua presença, o mau humor com que me ria à gargalhada, e penso em ti... estarás sempre em mim sabes? Mesmo não querendo..."

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Re: releituras 1001

Mensagem por Dana_bebek em Sex 15 Fev 2013, 2:16 am

(...) Estou me transformando aos poucos num ser humano meio viciado em solidão. E que só sabe escrever. Não sei mais falar, abraçar, dar beijos, dizer coisas aparentemente simples como "eu gosto de você". Gosto de mim. Acho que é o destino dos escritores. E tenho pensado que, mais do que qualquer outra coisa, sou um escritor. Uma pessoa que escreve sobre a vida – como quem olha de uma janela – mas não consegue vivê-la. (...)

Caio

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Re: releituras 1001

Mensagem por Dana_bebek em Sex 15 Fev 2013, 2:28 am

Adeus: A-Deus. Não é uma despedida, é entregar nas mãos de Deus aquilo que você não pode mais cuidar.

Caio Fernando Abreu

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Re: releituras 1001

Mensagem por Dana_bebek em Sex 15 Fev 2013, 2:37 am

Frágil - Você tem tanta vontade de chorar, tanta vontade de ir embora. Para que o protejam, para que sintam falta. Tanta vontade de viajar para bem longe, romper todos os laços, sem deixar endereço. Um dia mandará um cartão postal, de algum lugar improvável. Bali, Madagascar, Sumatra. Escreverá: penso em você. Deve ser bonito, mesmo melancólico, alguém que se foi pensar em você num lugar improvável como esse. Você se comove com o que não acontece, você sente frio e medo. Parado atrás da vidraça, olhando a chuva que, aos poucos, começa a passar.



Caio Fernando Abreu in Pequenas Epifanias

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Re: releituras 1001

Mensagem por komodore em Sex 15 Fev 2013, 4:17 pm

Tu que percorres estas páginas virtuais, tenho uma palavra para ti... A ti, que outrora chamei de Missy, de todo e qualquer nome, tenho uma palavra para ti.. Voltei... Essa é a palavra que quero que recordes... VOLTEI!!!

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Re: releituras 1001

Mensagem por Dana_bebek em Qua 20 Fev 2013, 2:14 am

Caio Fernando Abreu - Pálpebras de Neblina
Fim de tarde. Dia banal, terça, quarta-feira. Eu estava me sentindo muito triste. Você pode dizer que isso tem sido freqüente demais, ou até um pouco (ou muito) chato. Mas, que se há de fazer, se eu estava mesmo muito triste? Tristeza-garoa, fininha, cortante, persistente, com alguns relâmpagos de catástrofe futura. Projeções: e amanhã, e depois? e trabalho, amor, moradia? o que vai acontecer? Típico pensamento-nada-a-ver: sossega, o que vai acontecer acontecerá. Relaxa, baby, e flui: barquinho na correnteza, Deus dará. Essas coisas meio piegas, meio burras, eu vinha pensando naquele dia. Resolvi andar. Andar e olhar. Sem pensar, só olhar: caras, fachadas, vitrinas, automóveis, nuvens, anjos bandidos, fadas piradas, descargas de monóxido de carbono. Da praça Roosevelt, fui subindo pela Augusta, enquanto lembrava uns versos de Cecília Meireles, dos Cânticos: "Não digas 'Eu sofro'. Que é que dentro de ti és tu? / Que foi que te ensinaram/ que era sofrer ?" Mas não conseguia parar. Surdo a qualquer zen-budismo, o coração doía sintonizado com o espinho. Melodrama: nem amor, nem trabalho, nem família, quem sabe nem moradia - coração achando feio o não-ter. Abandono de fera ferida, bolero radical. Última das criaturas, surto de lucidez impiedosa da Big Loira de Dorothy Parker. Disfarçado, comecei a chorar. Troquei os óculos de lentes claras pelos negros ray-ban - filme. Resplandecente de infelicidade, eu subia a Rua Augusta no fim de tarde do dia Tão idiota que parecia não acabar nunca. Ah! como eu precisava tanto de alguém que me salvasse do pecado de querer abrir o gás. Foi então que a vi. Estava encostada na porta de um bar. Um bar brega - aqueles da Augusta-cidade, não Augusta-jardins. Uma prostituta, isso era o mais visível nela. Cabelo malpintado, cara muito maquiada, minissaia, decote fundo. Explícita, nada sutil, puro lugar comum patético. Em pé, de costas para o bar, encostada na porta, ela olhava a rua. Na mão direita tinha um cigarro, na esquerda um copo de cerveja.
E chorava, ela chorava. Sem escândalo, sem gemidos nem soluços, a prostituta na frente do bar chorava devagar, de verdade. A tinta da cara escorria com as lágrimas. Meio palhaça, chorava olhando a rua. Vez em quando, dava uma tragada no cigarro, um gole na cerveja. E continuava a chorar - exposta, imoral, escandalosa - sem se importar que a vissem sofrendo. Eu vi. Ela não me viu. Não via ninguém, acho. Tão voltada para a própria dor que estava, também, meio cega. Via pra dentro: charco, arame farpado, grades. Ninguém parou. Eu, também, não. Não era um espetáculo imperdível, não era uma dor reluzente de néon, não estava enquadrada ou decupada. Era uma dor sujinha como lençol usado por um mês, sem lavar, pobrinha como buraco na sola do sapato. Furo na meia, dente cariado. Dor sem glamour, de gente habitando aquela camada casca grossa da vida. Sem o recurso dessas benditas levezas de cada dia - uma dúzia de rosas, uma música de Caetano, uma caixa de figos. Comecei a emergir. Comparada à dor dela, que ridícula a minha, dor de brasileiro-médio-privilegiado. Fui caminhando mais leve. Mas só quando cheguei à Paulista compreendi um pouco mais. Aquela prostituta chorando, além de eu mesmo, era também o Brasil. Brasil 87: explorado, humilhado, pobre, escroto, vulgar, maltratado, abandonado, sem um tostão, cheio de dívidas, solidão, doença e medo. Cerveja e cigarro na porta do boteco vagabundo: carnaval, futebol. E lágrimas. Quem consola aquela prostituta? Quem me consola? Quem consola você, que me lê agora e talvez sinta coisas semelhantes? Quem consola este país tristíssimo? Vim pra casa humilde. Depois, um amigo me chamou para ajudá-lo a cuidar da dor dele. Guardei a minha no bolso. E fui. Não por nobreza: cuidar dele faria com que eu me esquecesse de mim. E fez. Quando gemeu "dói tanto", contei da moça vadia chorando, bebendo e fumando (como num bolero). E quando ele perguntou "porquê?", compreendi ainda mais. Falei: "Porque é daí que nascem as canções". E senti um amor imenso. Por tudo, sem pedir nada de volta. Não-ter pode ser bonito, descobri. Mas pergunto inseguro, assustado: a que será que se destina?

(in: Pequenas Epifanias)
Caio F. Abreu

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Re: releituras 1001

Mensagem por Dana_bebek em Qua 20 Fev 2013, 2:27 am

''Explicação da Eternidade''

Devagar, o tempo transforma tudo em tempo.
o ódio transforma-se em tempo, o amor
transforma-se em tempo, a dor transforma-se
em tempo.

os assuntos que julgamos mais profundos,
mais impossíveis, mais permanentes e imutáveis,
transformam-se devagar em tempo.

por si só, o tempo não é nada.
a idade de nada é nada.
a eternidade não existe.
no entanto, a eternidade existe.

os instantes dos teus olhos parados sobre mim eram eternos.
os instantes do teu sorriso eram eternos.
os instantes do teu corpo de luz eram eternos.

Foste eterna até ao fim.


José Luiz Peixoto - "A Casa, A Escuridão"

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Re: releituras 1001

Mensagem por Dana_bebek em Qua 20 Fev 2013, 2:37 am

"Só ficará de ti o que fizeste por amor.
O resto não valeu: foi apenas poeira que se ergueu em teu redor e o vento varreu..
Só ficará de ti o que escreveste com paixão.
O resto não contou: foi tão-só uma sombra que passou,
pura ilusão, e nem rastro deixou. "

Torquato da Luz

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Re: releituras 1001

Mensagem por Dana_bebek em Sab 23 Fev 2013, 4:06 am

Lembrar que eu estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que eu encontrei para me ajudar a fazer grandes escolhas na vida. Por que quase tudo – todas as expectativas externas, todo o orgulho, todo o medo de se envergonhar ou de errar – isto tudo cai diante da face da morte, restando apenas o que realmente é importante. Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira para eu saber evitar em pensar que tenho algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir o seu coração.

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Re: releituras 1001

Mensagem por Dana_bebek em Sab 23 Fev 2013, 5:27 am

"Depois expulsas-me de ti sem dores de parto
e eu guardo a sensaçao de te habitar
com uma certa presunçao de inocencia."

Jose Rui Teixeira- Assim na Terra; Oraculo

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Re: releituras 1001

Mensagem por Dana_bebek em Seg 25 Fev 2013, 3:25 pm

Simplesmente Amar ... do meu querido amigo Hugo Fonseca

Meus olhos não se cansam da visão de ti
Nem de cada detalhe que transmites no todo que és,
e que poucos sabem ou conseguem olhar

Minhas mãos saudosas de ti não se cansam
De provar a si mesmas que és real,
Não se cansam da tua pele,
do teu rosto, do teu corpo.

Meus braços não cansam de te envolver,
Não perdem forças, porque querem dar-te tudo,
No pouco tempo que podemos partilhar.

Meu corpo não se cansa de entregas arrebatadas e sentidas
Não se cansa de ser só teu num abandono que esmaga o peito
Que dilacera a alma, por não saber dar mais de si.

Meus lábios não se cansam dos teus,
buscando em palavras,
Uma língua, uma forma diferente,
mais alta, arrebatadora,
de te mostrar o que fica muito além do que é simplesmente amar.



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Re: releituras 1001

Mensagem por Dana_bebek em Ter 26 Fev 2013, 2:32 am

Butch Cassidy: "I got vision and the rest of the world wears bi-focals".

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Re: releituras 1001

Mensagem por Dana_bebek em Ter 26 Fev 2013, 5:22 am

"Nunca lhe confessei abertamente o meu amor, mas, se é verdade que os olhos falam, até um idiota teria percebido que eu estava perdidamente apaixonado." O Morro Dos Ventos Uivantes, página 7.Emily Brontë

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Re: releituras 1001

Mensagem por Dana_bebek em Dom 24 Mar 2013, 2:37 am

"Recomeça...
Se puderes,
Sem angústia e sem pressa.
E os passos que deres,
Nesse caminho duro
Do futuro,
Dá-os em liberdade.
Enquanto não alcances
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade..."
Miguel Torga

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Re: releituras 1001

Mensagem por komodore em Seg 01 Abr 2013, 11:00 am

"Lá fora...
Para lá destas paredes grossas,
Debotadas pelo tempo que ninguém conta,
Impregnadas do cheiro acre da farmacopeia
E dos odores fétidos dos excrementos humanos,
A cidade, quando não se diverte,
Dorme pachorrentamente
Insensível, indiferente à dor alheia.

Aqui...
Para cá destas paredes grossas e debotadas
Pelo tempo que ninguém vê,
Os ais, os gemidos e os lamentos
Baralham-se numa sinfonia de esgares
Aplaudindo a luta titânica da vida e da morte
Enquanto a matéria apodrecida se esvai em seus vagares."

Rafael, Inverno 1999

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Re: releituras 1001

Mensagem por Dana_bebek em Ter 02 Abr 2013, 7:48 pm

"Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive."

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Re: releituras 1001

Mensagem por Dana_bebek em Ter 02 Abr 2013, 8:11 pm

On a dark cold night,
under full moon night,
he flies into the fog like a vulture in the sky...

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Re: releituras 1001

Mensagem por Dana_bebek em Ter 02 Abr 2013, 10:00 pm

"Filho é um ser que nos emprestaram para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem."

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Re: releituras 1001

Mensagem por komodore em Qua 03 Abr 2013, 1:26 pm

Dana_bebek escreveu:On a dark cold night,
under full moon night,
he flies into the fog like a vulture in the sky...


On a dark, cold night,
He offers a regret, a petit smile,
But she doesn't respond...

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